Vamos tomar um cafezinho, bater papo sobre a vida e como viver. Bem-vindo ao CAFÈ COM LETRAS.
 
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Blog Wanderley Oliveira

Olá, que Jesus esteja conosco. Sei que vc é muito ligado ao estudo e "combate" da depressão. Qual seria o primeiro passo para iniciar o processo de cura, já que a pessoa neste estado não encontra força para reagir? Obrigado e fique com Deus.

O primeiro passo, em se tratando de depressão, especialmente em casos mais severos, é cuidar do corpo físico através do tratamento medicamentoso. Sem isso, o depressivo, em crises agudas, não encontrará o mínimo de condições para assumir as demais medidas indispensáveis ao seu reequilíbrio.

Depois disso, ou conjuntamente dependendo do caso, é desejável o tratamento psicoterápico e espiritual.

O que deve ficar muito claro é que esses três caminhos (medicação, terapia e ajuda espiritual) são apenas tratamentos de alívio ou remissivos (reduzem os sintomas de dor). Sem eles, é bem verdade, em muitos casos, seria impossível avançar ao passo seguinte que é a cura. Essa cura só é possível com a mudança de comportamento do depressivo.

A depressão seja ela leve, moderada ou grave sempre exigirá uma nova postura de comprometimento do depressivo com a renovação de seu proceder diante da vida. Qualquer quadro de depressão, seja reativo, endógeno ou de quaisquer outros tipos, constitui um chamado da alma, a fim de olhar e rever algo dentro de si mesmo.

É sobre essa mudança de comportamento que aborda o meu livro “Depressão e Autoconhecimento”, no qual traço orientações fundamentais para uma reeducação emocional capaz de transformar a depressão em uma dor libertadora e curativa.

Maiores informações sobre o livro em www.wanderleyoliveira.com.br



 

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Cada histórico de depressão é algo individual. Cada caso é particular. Alguns efeitos, porém, são bem comuns à maioria dos quadros dessa doença. Vou lista-los abaixo para seu conhecimento.

Apenas faço um alerta: caso você tenha algum desses efeitos não se julgue depressivo por esse fato. Cada um desses sintomas sozinhos não configura um estado doentio. Só mesmo uma avaliação pormenorizada e atenta, realizada por um profissional habilitado, pode diagnosticar qual o conjunto de sintomas pode ser declarado como doença.

Meu propósito aqui nessa reflexão é chamar atenção para o fato de que, independente da classificação convencional dos códigos da saúde humana, sob uma ótica do Espírito eterno, a depressão é uma doença da alma com a qual a criatura sofre uma dor severa por não saber como fazer contato com sua essência divina.

Essa distância da essência luminosa responde pelas infelicidades do caminho. Não saber entrar em comunhão com seu self (sua parte mental nobre e pura) significa adoecer, significa dor. Essa ausência de sentido para viver é a perspectiva espiritual da depressão. Construir sentidos para viver é o núcleo de motivação de qualquer ser humano saudável. Sem isso, os sintomas clássicos da depressão vão minando, pouco a pouco, o idealismo, o desejo e a alegria.

Vamos à listinha básica de alguns dos possíveis efeitos de um quadro depressivo:

  • Sono alterado ou insônia persistente.
  • Bloqueio da libido.
  • Humor alterado na maior parte do dia.
  • Desvitalização de energias.
  • Indisposição contínua para realizar algo em seu favor. Procrastinação (adiar coisas)
  • Uma terrível sensação de abandono.
  • Presença marcante de remorso.
  • Intensa sensação de desvalor pessoal.
  • Angústia dilacerante.
  • Sentir que a sua vida está travada em todos os sentidos.
  • Estado de confusão mental.
  • Ansiedade descontrolada.
  • Achar que não vai dar conta das obrigações.
  • Uma vontade muito grande de não ter que viver.
  • Medo de ficar pobre, de enlouquecer ou ser traído.
  • Irritabilidade contínua.
  • Tristeza sem saber a razão.
  • Facilidade de se magoar.
  • Enorme dificuldade em dizer “NÃO”.
  • Sofrimento desproporcional pelos problemas que são dos outros.
  • Querer carregar as dores alheias ou sentir-se culpado por elas.

Esses são apenas alguns reflexos da depressão sob a ótica do Espírito imortal. Existem muitos outros.

Apenas relembrando mais uma vez que, cada um deles, podem ter outras causas e que sozinhos não configuram um quadro patológico.

Tudo que está acima nesse texto é o que a depressão PODE FAZER COM VOCÊ, agora se você quer saber O QUE A DEPRESSÃO PODE FAZER POR VOCÊ, venha ao meu seminário nos dias 14 e 15 de abril.

Maiores informações CLIQUE AQUI

 

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“A mediunidade é ensejo de serviço e aprimoramento, resgate e solução.”

“Seara dos Médiuns” – capítulo 42 – Mediunidade e Imperfeição – Emmanuel / Francisco Cândido Xavier


Como diz Emmanuel, a mediunidade é uma benção, um tesouro. Todavia, por conta dos conflitos e perturbações dos médiuns criou-se uma associação muito doentia a ela como se fosse causa de dores e provas na vida de quem a possui.
Graças a essa mentalidade histórica algumas formas de compreender o assunto generalizaram-se como, por exemplo, a conhecida expressão: “você precisa desenvolver senão sua vida vai travar”.
Vou escrever dois artigos envolvendo essa idéia no intuito de oferecer algum material para um melhor discernimento entre  esse olhar pessimista e uma visão sensata e educativa.
No primeiro estou abordando sobre mediunidade e sua relação com uma das doenças mais presentes na vida psíquica do médium: a depressão.
No segundo estou tratando sobre a prática mediúnica e até onde ela, de fato, pode ajudar psiquicamente o médium.
O primeiro artigo postado tem como título: MEDIUNIDADE E DEPRESSÃO.
O segundo: PRÁTICA MEDIÚNICA RESOLVE OS PROBLEMAS DO MÉDIUM?
Siga-me no MENU ARTIGOS aqui em meu blog e tomemos juntos um cafezinho enquanto dialogamos...

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