Você termina um relacionamento de poucos meses de convivência. Tudo parecia que seguiria para uma união saudável e muito duradoura.

O caminho, porém, é interrompido por um conflito. Você descobre que ele é muito imaturo. Mesmo com mais de 35 anos, muito mimado, manipulador ao extremo e uma pessoa vitimista.

O relacionamento é encerrado e naqueles primeiros dias de dor emocional você tem pensamentos horríveis, sente-se culpada e muito triste. Essas dores naturais do luto da relação são necessárias e sadias. Sem elas, seu psiquismo demora muito a aprumar novamente. A perda dói não importa o tempo de união.

Ao lado dessa dor das emoções, uma nova ordem de sofrimento, estranha e incomum a você, costuma adoecer sua mente. Você que sempre foi otimista, guerreira e persistente é tomada intensamente pelo desanimo e por um profundo sentimento de pesar que lhe deixa apática, sem vontade de prosseguir. Mesmo consciente de que foi o mais correto a ser feito, uma cruel sensação de fracasso e derrota algemam seu coração em uma energia de pessimismo sem fim.

Talvez você não saiba. Isso pode ser uma projeção energética vinda de seu “ex”. Necessariamente isso não é algo intencional ou planejado. O simples fato da fragilidade imposta pelo luto psicológico pode levar você a abrir campo na sua aura para que esse “torpedo”, vindo de seu “ex”, atinja você em cheio. Do pessimismo inicial provocado por esse “obsessor energético” você pode caminhar para a revolta, o mau humor e um estado de depressão.

A ignorância a respeito da parte invisível dos relacionamentos é algo lamentável. A carga de energias despejada pelas emoções e pelos aspectos energéticos é capaz de causar impactos bem mais desorganizadores que aquilo que podemos fazer com a palavra falada, os olhares, o toque ou nossas ideais.

Existem separações conjugais nas quais, mesmo um dos dois tendo saído de casa, sua influência energética fica ali a tal ponto de influir em seu sono, em sua estabilidade orgânica, em seus pensamentos e nas suas novas relações.

Esse campo energético de uma pessoa chega a tal ponto em relações de mais longo tempo que forma uma “entidade” com vida própria e com ação automática sobre sua vida. Essa “entidade astral” tem poder de cura quando é uma boa relação ou tem poder de adoecimento quanto se trata de laços abusadores e tóxicos.

Um encerramento de relacionamento deveria ser algo de uma terapia especifica para tratar das mágoas, das perdas, organizar um luto consciente e também para cuidar dos aspectos de limpeza astral e do ambiente físico de sua convivência (casa, trabalho, etc).

Muito enfoque é dado ao processo de vampirismo de energia em casos de relacionamentos tóxicos, mas existem vários processos além disso. A projeção astral de formas-pensamento, clichês emocionais com vida própria e rastros energéticos da aura do “ex” são como se ele(a) continuasse em sua vida, marcante, determinante e coagindo com intensa pressão a sua vida como um todo.

Objetos, presentes e lembranças funcionam nesse caso como catalisadores dessa força, agravando essa influência. São os chamados condensadores energéticos.

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