A CASA MENTAL E A REFORMA ÍNTIMA SEM MARTÍRIO – parte I
“Não podemos dizer que possuímos três cérebros simultaneamente. Temos apenas um que, porém, se divide em três regiões distintas. Tomemo-lo como se fora um castelo de três andares: no primeiro situamos a residência de nossos impulsos automáticos, simbolizando o sumário vivo dos serviços realizados; no segundo localizamos o domicílio das conquistas atuais, onde se erguem e se consolidam as qualidades nobres que estamos edificando; no terceiro, temos a casa das noções superiores, indicando as eminências que nos cumpre atingir. Num deles moram o hábito e o automatismo; no outro residem o esforço e a vontade; e no último demoram o ideal e a meta superior a ser alcançada. Distribuímos, deste modo, nos três andares, o subconsciente, o consciente e o superconsciente. Como vemos, possuímos, em nós mesmos, o passado, o presente e o futuro.” – André Luiz, capítulo 3, No Mundo Maior, FEB.
ENTENDENDO A CASA MENTAL
O estudo deste tema é fundamental em quaisquer assuntos da reforma íntima. É um tema de fácil entendimento e usaremos da ilustração para ajudar a compreensão.
André Luiz fez uma comparação dos níveis mentais com uma casa. O porão é onde guardamos tudo aquilo que poderá nos servir em algum momento. É o armazém ou depósito da mente, denominado pelo autor espiritual como subconsciente, no qual se encontram todas as experiências boas ou infelizes, representando todo o nosso passado desde que fomos criados por Deus. Tudo que nós fazemos é registrado nessa parte da mente.
A parte social da residência é o local no qual mais movimentamos, assim como a cozinha, quarto, sala e demais cômodos mais usados em uma casa. É o nível chamado de consciente e corresponde a todas as operações relativas ao momento presente, constituindo a personalidade atual desde o renascimento na matéria até o momento atual.
O sótão é a parte da casa que mais raramente utilizamos no intuito de relaxar, descansar ou refletir. Representa o superconsciente ou região nobre da mente onde se encontram todos os germens divinos da perfeição, em estado latente. É o nosso futuro.
Na ilustração você pode ver uma relação entre as cores amarelo, branco e preto como sendo superconsciente, consciente e subconsciente e os respectivos andares da casa.
Os três níveis mentais têm correspondência com três áreas da vida cerebral no corpo físico, mas não vamos aqui aprofundar esse aspecto que poderá ser estudado no livro de André Luiz.

OS MORADORES DOS TRÊS NÍVEIS
Segundo o autor espiritual André Luiz, no subsconsciente mora o automatismo e o hábito. No consciente reside o esforço e a vontade e no superconsciente encontramos o ideal e a meta.
A compreensão dos mecanismos de interação entre estes moradores auxilia-nos imensamente entender como se opera o grande objetivo espiritual da reforma íntima.
CONCEITUANDO REFORMA ÍNTIMA
Essas três partes da vida mental estão em constante interatividade. Do subsconsciente partem apelos automatizados que foram consolidados ao longo de várias reencarnações e que podem dominar nossas ações, pensamentos e sentimentos. Por exemplo: quem já tenha fumado em outras reencarnações ou tenha desenvolvido o talento de tocar piano terá impulsos para fumar novamente e grande facilidade para aprender piano na presente existência corporal.
Na reforma íntima, como temos que superar muitos impulsos ou tendências do passado é necessário que os moradores do consciente, ou seja, o esforço e a vontade, sejam manejados decididamente para tomar conta da vida mental e escolher com sabedoria o que queremos fazer, pensar e sentir, diante dos ideais de transformação moral. Aqui temos um primeiro conceito de reforma íntima: a ascendência da vontade e do esforço sobre nossos milenares hábitos cristalizados no subconsciente.
O conflito interior nasce dessa luta entre consciente e subconsciente. É preciso muita disciplina para conter os impulsos, nem sempre nobres, dessa parte subconsciente da vida mental.
Outro conceito importante de reforma íntima é o aprendizado de despertar os valores divinos que se encontram adormecidos no superconsciente. Educação é exatamente esse ato de extrair ou colocar para fora os tesouros de nossa divindade que se encontram adormecidos nesse nível. Todos nós os temos guardado nesse campo da vida mental superior. Por exemplo: quando buscamos a calma, a alegria, a fé e tantos outros patrimônios espirituais, em verdade todos eles já se encontram no superconsciente.
A meditação, a oração, o desenvolvimento da honestidade em relação aos nossos sentimentos, o hábito do auto-amor através do cuidado conosco e o serviço do bem são algumas das muitas formas de acessar essa zona mental nobre, e recolher o conteúdo energético que nos fará sentir o bem-estar de uma vida saudável e plena.
A CASAMENTAL E A REFORMA ÍNTIMA SEM MARTÍRIO
O estudo da casa mental lança uma luz sobre o tema reforma íntima, porque auxilia-nos a entender que não destruímos nada daquilo que fomos, apenas transformamos para melhor.
O subconsciente não morre, não acaba. Ele faz parte do processo de ascensão do Espírito. Ali estão gravadas as experiências felizes e infelizes e, ambas, serão importantes para seu progresso.
Portanto, focar o conceito da melhoria espiritual ou reforma íntima apenas na ótica de “matar o homem velho” ou exterminar o passado (subconsciente), pode conduzir-nos a um esforço de contenção e disciplina muito acentuado ao ponto de criarmos o martírio.
Mais do que contenção ou repressão, precisamos de educação, isto é, aprender a trabalhar o desenvolvimento das potencialidades que estão no superconsciente. Ninguém faz reforma íntima legítima apenas disciplinando o subconsciente.
É sobre esse ponto que quero refletir com os leitores e amigos no próximo número da revista, quando desenvolverei a parte 2 deste artigo.
Procure fazer um estudo da obra “No Mundo Maior”, de André Luiz e conjugue-a com a obra “Reforma Íntima sem Martírio”, de Ermance Dufaux. Você verá o quanto aprenderá sobre seu mundo mental em favor da construção de uma pessoa nova e melhor a partir de você mesmo.
“Não podemos dizer que possuímos três cérebros simultaneamente. Temos apenas um que, porém, se divide em três regiões distintas. Tomemo-lo como se fora um castelo de três andares: no primeiro situamos a residência de nossos impulsos automáticos, simbolizando o sumário vivo dos serviços realizados; no segundo localizamos o domicílio das conquistas atuais, onde se erguem e se consolidam as qualidades nobres que estamos edificando; no terceiro, temos a casa das noções superiores, indicando as eminências que nos cumpre atingir. Num deles moram o hábito e o automatismo; no outro residem o esforço e a vontade; e no último demoram o ideal e a meta superior a ser alcançada. Distribuímos, deste modo, nos três andares, o subconsciente, o consciente e o superconsciente. Como vemos, possuímos, em nós mesmos, o passado, o presente e o futuro.” – André Luiz, capítulo 3, No Mundo Maior, FEB.
ENTENDENDO A CASA MENTAL
O estudo deste tema é fundamental em quaisquer assuntos da reforma íntima. É um tema de fácil entendimento e usaremos da ilustração para ajudar a compreensão.
André Luiz fez uma comparação dos níveis mentais com uma casa. O porão é onde guardamos tudo aquilo que poderá nos servir em algum momento. É o armazém ou depósito da mente, denominado pelo autor espiritual como subconsciente, no qual se encontram todas as experiências boas ou infelizes, representando todo o nosso passado desde que fomos criados por Deus. Tudo que nós fazemos é registrado nessa parte da mente.
A parte social da residência é o local no qual mais movimentamos, assim como a cozinha, quarto, sala e demais cômodos mais usados em uma casa. É o nível chamado de consciente e corresponde a todas as operações relativas ao momento presente, constituindo a personalidade atual desde o renascimento na matéria até o momento atual.
O sótão é a parte da casa que mais raramente utilizamos no intuito de relaxar, descansar ou refletir. Representa o superconsciente ou região nobre da mente onde se encontram todos os germens divinos da perfeição, em estado latente. É o nosso futuro.
Na ilustração você pode ver uma relação entre as cores amarelo, branco e preto como sendo superconsciente, consciente e subconsciente e os respectivos andares da casa.
Os três níveis mentais têm correspondência com três áreas da vida cerebral no corpo físico, mas não vamos aqui aprofundar esse aspecto que poderá ser estudado no livro de André Luiz.

OS MORADORES DOS TRÊS NÍVEIS
Segundo o autor espiritual André Luiz, no subsconsciente mora o automatismo e o hábito. No consciente reside o esforço e a vontade e no superconsciente encontramos o ideal e a meta.
A compreensão dos mecanismos de interação entre estes moradores auxilia-nos imensamente entender como se opera o grande objetivo espiritual da reforma íntima.
CONCEITUANDO REFORMA ÍNTIMA
Essas três partes da vida mental estão em constante interatividade. Do subsconsciente partem apelos automatizados que foram consolidados ao longo de várias reencarnações e que podem dominar nossas ações, pensamentos e sentimentos. Por exemplo: quem já tenha fumado em outras reencarnações ou tenha desenvolvido o talento de tocar piano terá impulsos para fumar novamente e grande facilidade para aprender piano na presente existência corporal.
Na reforma íntima, como temos que superar muitos impulsos ou tendências do passado é necessário que os moradores do consciente, ou seja, o esforço e a vontade, sejam manejados decididamente para tomar conta da vida mental e escolher com sabedoria o que queremos fazer, pensar e sentir, diante dos ideais de transformação moral. Aqui temos um primeiro conceito de reforma íntima: a ascendência da vontade e do esforço sobre nossos milenares hábitos cristalizados no subconsciente.
O conflito interior nasce dessa luta entre consciente e subconsciente. É preciso muita disciplina para conter os impulsos, nem sempre nobres, dessa parte subconsciente da vida mental.
Outro conceito importante de reforma íntima é o aprendizado de despertar os valores divinos que se encontram adormecidos no superconsciente. Educação é exatamente esse ato de extrair ou colocar para fora os tesouros de nossa divindade que se encontram adormecidos nesse nível. Todos nós os temos guardado nesse campo da vida mental superior. Por exemplo: quando buscamos a calma, a alegria, a fé e tantos outros patrimônios espirituais, em verdade todos eles já se encontram no superconsciente.
A meditação, a oração, o desenvolvimento da honestidade em relação aos nossos sentimentos, o hábito do auto-amor através do cuidado conosco e o serviço do bem são algumas das muitas formas de acessar essa zona mental nobre, e recolher o conteúdo energético que nos fará sentir o bem-estar de uma vida saudável e plena.
A CASAMENTAL E A REFORMA ÍNTIMA SEM MARTÍRIO
O estudo da casa mental lança uma luz sobre o tema reforma íntima, porque auxilia-nos a entender que não destruímos nada daquilo que fomos, apenas transformamos para melhor.
O subconsciente não morre, não acaba. Ele faz parte do processo de ascensão do Espírito. Ali estão gravadas as experiências felizes e infelizes e, ambas, serão importantes para seu progresso.
Portanto, focar o conceito da melhoria espiritual ou reforma íntima apenas na ótica de “matar o homem velho” ou exterminar o passado (subconsciente), pode conduzir-nos a um esforço de contenção e disciplina muito acentuado ao ponto de criarmos o martírio.
Mais do que contenção ou repressão, precisamos de educação, isto é, aprender a trabalhar o desenvolvimento das potencialidades que estão no superconsciente. Ninguém faz reforma íntima legítima apenas disciplinando o subconsciente.
É sobre esse ponto que quero refletir com os leitores e amigos no próximo número da revista, quando desenvolverei a parte 2 deste artigo.
Procure fazer um estudo da obra “No Mundo Maior”, de André Luiz e conjugue-a com a obra “Reforma Íntima sem Martírio”, de Ermance Dufaux. Você verá o quanto aprenderá sobre seu mundo mental em favor da construção de uma pessoa nova e melhor a partir de você mesmo.


Pergunte-me
Comentários
de fortalecer-se e iniciar uma nova caminhada, livre desse cabresto espiritual.
Esse fortalecimento da personalidade deve ser pautado pela lei de amor que Jesus
nos ensinou, de forma diária, a fim de que, por fim, fortalecamo-nos no
presente, transformando-nos em senhores de nós mesmos com uma personalidade mais
lúcida e firme. Poderemos, afinal, acessar em nós mesmos as nossas maiores
potencialidades , enchendo também o arquivo de nosso espírito de recordações mais
saudáveis, amorosas e balsâmicas, a fim de possuirmos uma vida mais tranqüila no
porvir, nessa e nas próximas existências.
Um abraço.
Rafael kerche do Amaral/Porto Feliz/SP.
criaturas minimamente ponderadas.
Dessa forma, atrevemo-nos a complementar o autor espiritual: passado, presente e
futuro existem sim dentro de nós, mas interligam-se e entrelaçam-se mutuamente.
Não estão nem nunca estarão separados. O passado influencia o presente e este
influenciará poderosamente o futuro. É a Lei.
Como prática terapêutica, seria bastante sugestível que os grupos de socorro espiritual pudessem
acessar os porões da individualidade humana, a fim de tratar as personalidades
discordantes que formam os cabedais de desalinho e loucura que atualmente
infelicitam o ser.
embotar a atual personalidade sem fortaleza moral e ética mediante nefasta e
persistente atuação, ou como alguns preferem o córtex motor fica impregnado de
vibrações nefastas oriundo de pulsões mnemônico/ vibráteis do "cérebro inicial",
mais conhecido como cerebelo. A sede da vontade ou da vida presente fica
extremamente comprometida, anulando inclusive a possibilidade do ser em questão
exercer seu livre-arbítrio.
Não precisamos dizer que a maioria de nós encontramo-nos nessa situação, em
maior ou menor grau. Quanto ao "terceiro andar", ou no local onde se situam as
noções de ideal superior, podemos dizer que esse processo nefasto atrapalha e
muito um processo do ser querer se graduar às asas de angelitude mediante a
prática diária das virtudes. O ser condicionado, habituado ao equívoco, nem
pensa em questões desse naipe.
questão, não referimo-nos apenas às aspirações negativas e desejos doentios
dessa vida, mas de todas aquelas "existências" que se sintonizam conosco.
Com a personalidade enfraquecida mediante uma vida desatenta dos deveres éticos
que nos cabem terminamos, pois, de virar médiuns de nossas "personalidades" ou
"existências", personificações de tudo aquilo que cultivamos e produzimos como
espíritos nas brumas do tempo. Esses eus doentios estão todos dentro de nós,
nesse porão da individualidade , vivendo, interagindo, raciocinando e discordando
de nós mesmos.
nossas existências e hoje pagamos o preço de lutar contra as nossas próprias
obras, pois são elas que nos condicionam e nos intuem, no caso, negativamente e
de forma poderosa.
Para piorar companheiros, a inércia, a preguiça e a tradição fazem-nos vítimas
ainda maiores desse passado espiritual. Enfraquecemos a tal ponto nosso ser que
não temos conseguido discernir o que é uma intuição positiva e o que é um
impulso emotivo que emerge dentro de nós e que "ouvimos e sentimos" como uma
"voz" que nos fala aos ouvidos ou um sentimento que pulsa em nosso íntimo;
infelizmente somos uma continuidade daquilo que temos nutrido nas brumas do
tempo.
"passado" convive de forma quase simbiótica ou conflituosa com o nosso
"presente". Em outras palavras: passado e presentes estão interligados, um
querendo "sobrepor-se" ao outro, num conflito sem fim, enfraquecendo assim a
personalidade encarnada, promovendo as mais diversas enfermidades.
Dentro desse raciocínio, dizemos que temos um arquivo vivo dentro de nós, cheio
de desejos, aspirações, sentimentos. Nosso espírito os produziu e eles são
nossas obras, de todos os tempos e de todas as épocas. Seria ótimo que
vivenciássemos experiências salutares para possuirmos intuições e
condicionamento s positivos em favor da atual personalidade. Seria fabuloso
possuirmos um arquivo cármico onde pudéssemos acessar insights valiosos ao nosso
crescimento, porém não é o que ocorre.
comportamentais que afligem o encarnado. Se lermos alguns autores sérios que
estudam o comportamento humano, verificaremos que quase a unanimidade nos dirá
que a maioria de nossas ações e comportamentos são regidas pelo nosso
Inconsciente. A própria ciência médica tem chegado a essa conclusão: se alguém
duvida, basta empreender uma pesquisa séria e profunda com autores sérios aliado
a uma observação atenta do comportamento das pessoas que os resultados dirão por
si. Quantos de nós lutamos contra nós mesmos para domar aquela irritação ou
intolerância que odiamos em nós mesmos, mas não conseguimos nos livrar dela?
Quantos de nós possuímos uma viciação que nos envergonha perante o grupo que
está inserido não é mesmo?
principal dos socorristas e atendentes espirituais é conhecer, ressiguinificar e
tratar esse "porão" escuro que nada mais é que nosso passado espiritual é sinal
que devemos estudar o assunto com carinho com vistas a criarmos, a partir de
estudos desse tipo, metodologias de tratamento que possam a beneficiar as
pessoas de forma geral.
Se o autor espiritual disse-nos que as regiões do cérebro que ele citou seriam
espécies de "pontes" de contato entre o perispírito e o corpo físico, é dali que
devemos, mediante a técnica apométrica, intervir beneficamente no corpo
perispiritual, seguindo as orientações do Espírito Verdade, quando este
alertou-no sobre a necessidade de conhecermos os insoldáveis mistérios desse
corpo fluídico a fim de resolvermos a maioria dos dramas humanos.
"os nervos, o córtex motor e os lobos frontais, que ora examinamos, constituem
regulares pontos de contacto entre a organização perispiritual e o aparelho
físico, indispensáveis, uma e outro, ao trabalho e de crescimento do ser
eterno(....)são respiradouros dos impulsos, experiências e noções elevadas da
personalidade real que não se extingue no túmulo....(...)
Comentários Pessoais
Se no cérebro inicial ou cerebelo é a parte de nosso ser que está disponível os
porões dos menores fatos de nossa vida, de todas as nossas experiências, nos
quais os nossos sentimentos e comportamentos ficam condicionados, onde as
viciações e hábitos são nutridos e consolidados, é sinal que nesse local há
"algo" importante demais para ser subestimado por nós estudantes da psique
humana.
"Não podemos dizer que possuímos três cérebros simultaneamente . Temos apenas um
que se divide em três regiões distintas. Tomemo-lo como se fora um castelo de
três andares: no primeiro situamos a residência de nossos impulsos automáticos,
simbolizando o sumário vivo dos serviços realizados; no segundo localizamos o
domínio das conquistas atuais, onde se erguem e se conquistam as qualidades
nobres que estamos edificando; no terceiro, temos a casa das noções superiores,
indicando as eminências que nos cumpre atingir. Num deles mora o hábito e o
automatismo; no outro residem o esforço e a vontade; e no outro demoram o ideal
e a meta superior a ser alcançada. Distribuímos, desse modo, nos três andares, o
subconsciente, o consciente e o superconsciente . Como vemos, possuímos em nós
mesmos o passado, o presente e o futuro".
Feed RSS para comentários deste texto